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    Luciano A. C. China

    Natal (RN)
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    Luciano A. C. China
    Comentário · há 3 anos
    Em minha opinião, a "calção de aluguel" em dinheiro deveria ser extinta e proibida...

    Da mesma forma que o locador/proprietário "desconfia" que o inquilino possa ser "um pilantra" e não cumpra sua parte (ou devolva o imóvel com algum dano),
    o Inqulino também desconfia que o locador/proprietário possa ser "um pilantra" e não devolva o valor da calção, ou demore a fazê-lo, ou "forje" algo para reduzir o valor a ser devolvido, ou queira abater "taxas condominiais extraordinárias" (como reformas externas, que são a cargo DO PROPRIETÁRIO, não do inquilino), ou não devolva o valor corrigido ao menos com os juros da poupança, etc... se ver DE TUDO...
    ...e se isso acontecer (do proprietário ser "um pilantra"), o ex-inquilino terá que "acionar a justiça"...

    ...Mas porque então não EXINGUIR a calção em dinheiro,
    e SE o inquilino não cumprir a parte dele ao final do contrato, o locador/proprietário que "entre na justiça"?

    Mesmo porque, caso seja necessário "executar a caução", locador/proprietário terá de "acionar a justiça" de qualquer forma, não?

    E outra: se a calção em dinheiro tem que ser em CONTA CONJUNTA (mesmo erroneamente sendo muitas vezes feita na conta do proprietário), e só pode ser movimentada com anuência DE AMBAS AS PARTES, se o inquilino for "um pilantra" ele vai se negar de qualquer forma, e o proprietário terá de acionar a justiça de qualquer forma...

    Então a calção NÃO garante NADA se o inquilino for "um pilantra"
    ...e SÓ quem PERDE é o inquilo, pois terá de dispor de um valor ALTO... pra NADA (se ele for honesto)!
    Se o valor do aluguel comprometer 1/3 da renda dele, só a calção vai o salário todo... é justo isso?
    Sei que (infelizmente) é legal, mas é justo?
    O cara aluga um imóvel pensando às vezes em morar o resto da vida lá... PERDEU esse dinheiro então, poque nunca mais terá esse dinheiro de volta... É JUSTO ISSO?
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    Luciano A. C. China
    Comentário · há 9 anos
    Sobre esse trecho:
    "A lógica é a seguinte: Se o cidadão já custeava mensalmente com tais despesas básicas e essenciais, não é justo que almeje repassar ao patrão todo o custo de suas despesas domésticas."

    O "problema" é que as despesas mensais tendem a aumentar com o "trabalho em casa" ...
    Trabalhando-se "fora" , no escritório, passa-se cerca de 11h "fora de casa" (entre expediente, intervalo de almoço e traslado Casa/Trabalho e Trabalho/Casa)...
    Essas 11h em casa, tendem a aumentar os "custos das despesas básicas e essenciais", devido à energia (luz, eventual ar-condicionado/ventilador, computador/monitor, impressora, modem, roteador, etc – e a “abreviação da vida útil” destes, devido ao acréscimo de horas de uso/dia), Água (para beber e do banheiro: pia, descarga, etc), o próprio consumo de energia (ao abrir por vezes a porta da geladeira para beber água), tráfego de dados de internet (se for o caso), para e-Mails, troca de arquivos, Skype, etc), ligações telefônicas (que tendem a ser em maior número, devido à ausência física no escritório, onde poder-se-ia apenas se dirigir à sala ao lado pessoalmente, há de se telefonar até para pequenos "recados"/perguntas - ou consumir "banda"/tráfego de dados de internet para e-Mails/Skype/WhatsApp, etc), e o almoço (caso este fosse oferecido pela empresa), incluindo o gás para fazê-lo, além da própria comida/temperos; dentre outros pontos...

    ...Não é justo repassar à empresa as contas integrais (de água, energia, internet, gás, supermercado, etc), mas também não me parece justo o funcionário arcar sozinho com todos os acréscimos que ele terá nessas contas, em função do trabalho...
    A empresa já lucrará sem o Vale-Transporte, sem fardamento/uniforme, suas contas (água/luz/internet, água de beber, alimentação) que serão mais baixas; a própria estrutura física da empresa, que poderá ser menor (menos salas) devido ao menor número de funcionários: aluguel/IPTU mais baixos, menos mesas, cadeiras, "material de escritório", eventual sistema de segurança (câmeras, etc) de menor porte, menos custo com telefone (aparelhos e custo das ligações), menor custo com computadores (incluindo aí os softwares e a manutenção destes), roteador, modem, “banda de internet”/tráfego de dados menores/menos potentes; limpeza menor/menos frequente (menos produtos de limpeza e menos funcionários para realiza-la), etc...

    A empresa lucrará bastante até, com funcionários trabalhando “em casa”... E não repassará nada disso ao funcionário (que aumentará seus custos proporcionalmente)? ISSO é que não é justo!
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    Suzanne Stepan, Psicólogo Clínico
    Suzanne Stepan
    Comentário · há 9 anos
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